sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012


Eu estava aqui quieta no meu canto, lembrando daqueles pequenos momentos que passei contigo, e me da uma enorme vontade de te abraçar, de segurar sua mão. São simples coisas que já não saem mais da minha cabeça, o ultimo abraço, o ultimo beijo. Aquele momento que olhei pra você, nossos olhares se cruzaram e ficamos ali, um tempão. Um barulho nos assustou e rimos como dois bobos ( risos ). Ficamos conversando ali mesmo. Abri a porta do carro e saí, ao dar a volta eu vi apenas você abaixando o vidro lentamente, olhando no fundo dos meus olhos, colocou sua mão pra fora e me disse tchau. Depois disso, eu fiquei observando você ir, com um aperto no peito e um pressentimento que não era muito bom, mas eu tinha a esperança de te ver novamente. Mas isso infelizmente, ou digo felizmente, não aconteceu, tudo foi ficando mais difícil, por vontade própria ou por falta de tempo? Não sei. A única coisa que sei exatamente, é que naquela mesma noite antes de dormir, fiquei pensando em coisas bobas, estava impaciente, mal sabia o que estava acontecendo comigo. Foram alguns dias, mas são lembranças que me deixam com uma enorme vontade de te ver novamente. É só isso, saudade, sabe? E a saudade dói bastante, mas vai passar, eu sei que vai.

segunda-feira, 7 de novembro de 2011

A verdade é que mesmo depois de tudo, eu ainda tentei acreditar em algo que já não existia mais. Eu prometi pra mim mesma que jamais iria deixar uma pessoa, seja ela quem for, me levar pro lado ruim da vida. E você acabou se perdendo em meio à multidão. Tornaram-se sentimentos pequenos, tudo mudou, me afastei e hoje eu tenho certeza, que foi melhor assim. Pra você nada mais importava, nada mais importa, é exatamente assim que você me fez e me faz pensar.
Chegou um momento que eu olhei pra trás e vi o quanto me julgaram, me generalizaram sem ao menos saber ao certo os detalhes. O quanto me decepcionei e também o quanto de bom tirei de todo aquele período. As lições que aprendi, os chutes que levei, os tombos que sofri, as vitórias que tive, e as experiências que eu trouxe de tudo aquilo. Ouvi coisas inesperadas, deixei passar oportunidades por medo de seguir em frente, mas quantas também agarrei de corpo e alma sem nada temer.
Muitas pessoas me desvalorizaram e me colocaram pra baixo, me senti frustrada por conta de criticas alheias. E hoje eu aprendi que, se formos viver por conta de opiniões destrutivas, não vamos pra frente. A vida é feita de altos e baixos, eu errei, mas tudo foi experiência. “Primeiro a tempestade, depois o Arco Iris”, entendeu?
Resolvi recomeçar e to escrevendo uma história maravilhosa, é um novo capitulo, uma nova vida. E agradeço todos os dias por cada pequeno detalhe, por tudo que eu já vivi e por tudo que eu ainda tenho pra viver, Deus deu um presente lindo, mandou um anjo pra cuidar, pra me proteger, é algo real, sincero, sem clichê e sem exagero. Escolhi esse caminho e é nele que eu quero viver pra sempre, até o meu ultimo segundo.

Sem mais

quinta-feira, 11 de agosto de 2011


No meio de tantas decepções, eu não acreditava mais em amizade verdadeira, o que era uma amiga de verdade? Eu não sabia ao certo, tantos acontecimentos, tanta falsidade. Eu pensei em desistir, não sabia o que era o certo a fazer, pedi ajuda, tantas pessoas me deram força pra continuar, eu sabia que independente de qualquer coisa, Deus estava comigo, Ele estava do meu lado, e todos os dias eu pedia a Ele, para me dar uma luz, de que tudo ia dar certo. Eu recebi um presente lindo dos céus, NATHÁLIA DALBIANCO, é, ela mesmo, um anjo que foi entregue nos meus braços, pra cuidar de mim, pra me proteger, um anjo que me ajudou a crescer, me deu a mão, me segurou forte e me levantou, era como um buraco fundo, escuro, e eu pensava, que já não tinha mais saída, eu me perguntava quando tudo ia passar. Mas de uma coisa eu tenho certeza, Deus sabe o que faz, a partir daí, tudo começou a ser diferente pra mim, eu comecei a ver o mundo, de uma outra maneira, eu tinha medo de ser apenas mais uma na minha vida, eu não queria mais uma decepção, mas conforme o tempo foi passando, esse sentimento que nos une, essa sintonia, foi crescendo, e hoje o meu maior medo é de perder a amizade mais valiosa que eu tenho, hoje sim eu acredito no SEMPRE, e de uma certa forma, por palavras, gestos, atitudes, eu tento mostrar a importância que você tem na minha vida, nath. É a minha melhor amiga, e eu tenho orgulho de dizer isso, independente de qualquer coisa, eu sempre vou encher minha boca e falar com lágrimas nos olhos, que você faz parte da minha história, e não pense que essas lágrimas vão ser de tristeza, essas lágrimas vão ser da mais pura alegria, por você fazer parte da minha vida, por você ser a minha vida. Eu só tenho que te agradecer por tudo o que você fez e faz por mim, obrigada meu anjo, obrigada princesinha da titia. A nossa amizade, é TUDO pra mim, mas que isso .. Eu te amo muuuito *-* ♥

Dedicado a Nathália Dalbianco ♥

quinta-feira, 14 de julho de 2011

1º ano do colegial: Enquanto sentado na aula de inglês, eu admirava a garota ao meu lado. Ela era a minha tão chamada “melhor amiga”. Eu admirava seu lindo cabelo longo e sedoso, e desejava que ela fosse minha. Mas ela não me via com estes olhos, e eu sabia disso. Depois da aula, ela veio em minha direção e me pediu pelas minhas anotações, pois tinha perdido a aula passada, e eu as entreguei a ela. Ela disse “obrigada” e me deu um beijo na bochecha. Eu queria dizer a ela… Eu quero que ela saiba que eu não quero que sejamos apenas amigos, eu a amo, mas sou muito tímido.
2º ano do colegial: O telefone tocou. Do outro lado da linha, era ela. Ela estava em prantos, murmurando continuamente sobre seu coração que fora partido por seu amor. Ela me disse que fosse vê-la porque ela não queria ficar só, então eu fui. Assim que me sentei ao seu lado no sofá, eu me fixei em seu suave olhar, desejando que ela fosse minha. Após duas horas, um filme da Drew Barrymore, e três sacos de salgadinhos, ela decidiu ir dormir. Ela olhou pra mim e disse “obrigada” e me deu um beijo na bochecha. Eu quero dizer a ela…
3º ano do colegial: Na véspera do baile de formatura ela foi até o meu armário. “O meu par está doente”, ela disse; “e ele não vai melhorar”. Eu não tinha companhia. Fizemos um pacto que se nenhum de nós tivesse companhia para o baile, iríamos juntos como “melhores amigos”. Então fomos.
Noite do baile: Após tudo ter terminado, eu estava em pé, parado, na porta da casa dela! Eu a fitei enquanto ela sorria pra mim e me fitava com seus olhos de cristal. Eu quero que ela seja minha, mas não pensa em mim dessa forma, eu sei disso. Então ela disse: “Foi o melhor momento da minha vida, obrigada!” e deu-me um beijo na bochecha. Eu quero dizer a ela, não quero que sejamos apenas amigos. ..
.. Dia da formatura: Um dia passou, depois uma semana, depois um mês. Antes que eu pudesse piscar, era o dia da formatura. Eu olhei enquanto seu corpo perfeito flutuava como um anjo até a plataforma para pegar seu diploma. Eu queria que ela fosse minha, mas ela não me via dessa forma, e eu sabia disso. Antes que todos se dirigissem aos seus lares, ela veio até mim em seu traje de formanda, e chorou enquanto eu a abraçava. Então ela levantou sua cabeça de meu ombro e disse: “Você é meu melhor amigo, obrigada” e deu-me um beijo na bochecha. Eu quero dizer a ela…
Alguns anos depois: Agora eu estou sentado no banco da igreja. Aquela garota está se casando agora. Eu a vi dizer “sim” e seguir em frente, rumo a sua nova vida, casada com outro homem. Eu queria que ela fosse minha, mas ela não me via dessa forma, e eu sabia disso. Mas antes que ela partisse, ela veio até mim e disse: “Você veio!”. Ela disse “Obrigada” e beijou-me a bochecha. Eu quero dizer a ela, eu quero que ela saiba que eu não quero que sejamos apenas amigos, eu a amo, mas sou muito tímido, e não sei por quê.
Funeral: Anos se passaram, e eu olho para o caixão de uma garota que costumava ser minha “melhor amiga”. Na cerimônia, leram a entrada do diário dela, escrito na época do colegial. Isto foi o que leram: - Eu o admiro desejando que ele fosse meu, mas ele não me vê dessa forma, e eu sei disso. Eu quero dizer a ele, eu quero que ele saiba que não quero que sejamos apenas amigos. Eu o amo, mas sou muito tímida, e não sei o porquê. Eu queria que ele me dissesse que me ama!”

Autor desconhecido.


Então… um dia desses aí normais, eu me sentei na calçada de uma praça, e do outro lado da praça havia uma velhinha sentada num banco, com algumas sacolas ao seu lado, fique-a observando por minutos, ali imóvel, vendo aquela cena, algo me intrigou, não sei ao certo o que me chamava tanta atenção, mas eu fui até ela, pra ver melhor o que ela fazia ali num sol daqueles. Cheguei, à cumprimentei com muita delicadeza, e quando olhei-a nos olhos, só conseguia ver tristeza, desespero, medo, dor… O seu semblante me cortava a alma, eu parei por segundos, e viajei no olhar daquela mulher. Perguntei se podia me sentar ao seu lado, ela com um sorriso amarelo com toda delicadeza de uma mulher, permitiu minha presença, olhei para o nada, pensei em tudo, e algo dentro de mim dizia, pergunte à ela o que faz aqui sozinha, diz… Então cruzei minhas pernas e comentei o quão o sol estava estalando em nossas cabeças, e chamei-a para sombra, mas ela se negou, tive que ficar ali, eu precisava saber o que se passava com ela. Tive a “cara-de-pau” de perguntar, “O que a senhora faz aqui sozinha, num sol desses?”, ela se virou para mim e com os olhos cheios de lágrimas, pronunciou as seguintes palavras:
Meus filhos me deixaram aqui, disseram que voltariam, eu prometi que esperaria, mas já estou esperando à três dias. Estou com medo, com fome, e com uma dor imensa aqui dentro, eu acho que eles não me querem mais por perto, por eu ser tão velha…
Parei… boquiaberta, eu não tinha palavras na boca, e foi então que percebi, o mundo se afundou num mar de egoísmo, compaixão não se existe mais, amor ficando escasso. Nunca eu abandonaria minha “MÃE” assim, dessa forma. Eu tinha que fazer algo imediatamente, perguntei-a se ela iria comigo à um abrigo para idosos, foi então que ela pronunciou novamente as seguintes palavras:
Não posso! Eu “prometi” aos meus filhos esperar eles voltarem. Agradeço sua ajuda…
Parei novamente e pensei… “As pessoas que mais nos são leais, fieis, as pessoas que mais nos amam, e que fariam tudo para o nosso bem, não ganham se quer um pingo de amor”. Filhos abandonando pais, pais abandonando filhos, eu tenho medo de tudo isso piorar! Dê valor no amor dos seus pais, por mais que eles não demonstrem, por mais que eles te “encham o saco”, vejam, eles serão as únicas pessoas que lutariam bravamente pra te proteger, dos olhos deles, se você partisse agora, eles seriam os únicos que sentiriam sua eterna falta. Não espere perder, pra poder entender! Vá em seu pai ou sua mãe, olhe engraçado, sorria de canto, cochiche um “eu te amo”.

N. Martins.